sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A Celb e o Hospital da Criança



Os 14 vereadores que votaram favoráveis ao Projeto que autoriza a venda do terreno do DTO para a compra do Hospital da Materdei e futuras instalações do Hospital da Criança e do Adolescente, sabem muito que agiram acertadamente na posição tomada neste dia 11 de agosto de 2011.

Não foi uma votação qualquer. Tem uma simbologia todo especial especialmente para o prefeito Veneziano que vinha amargando nos últimos dias críticas injustas feitas pelo inconformados aliados do ex-governador Cássio Cunha Lima.

Esses aliados, alguns agora adeptos ao twitter, lamentavam a venda do terreno, levantando suspeitas que o jovem prefeito teria planos escusos para os recursos obtidos com o leilão.

Foi feito de tudo para tentar obstacular a venda do terreno. Na penúltima sessão, os vereadores da oposição se ausentaram e se tinha a impressão que o projeto poderia ser derrotado neste dia 11.
Apenas um vereador votou contra.

O lance mínimo para a compra do terreno é de R$ 6 milhões. O prédio da Materdei custa R$ 3,7 milhões. Vai sobrar dinheiro para pavimentar mais ruas, além de percentuais que serão destinados a hospitais e à própria Câmara para reformas físicas em suas dependências.

Resumo da ópera. Foi e será um ótimo negócio a ser feito pelo jovem prefeito.

Vai se desfazer de um prédio inservível, vai instalar um Hospital específico para crianças e ainda vai investir em obras.

Mas voltemos ao passado. No ano de 2000, vocês devem lembrar, o nosso maior patrimônio, a Celb, foi vendida ao Grupo Cataguazes Leopoldina por R$ 100 milhões.

O primeiro leilão da CELB na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro fora marcado para 28.10.1999, mas adiado a pedido dos grupos qualificados para a disputa: Cataguazes-Leopoldina; Companhia Técnica de Engenharia Elétrica; Energipe; Fundação Vale do Rio Doce de Seguridade Social; e Fundação Eletrobrás de Seguridade Social. Essas empresas solicitaram mais tempo para analisar a compra. Naquela ocasião, o preço mínimo da estatal foi taxado em R$ 87,3 milhões. Uma segunda tentativa de venda da CELB aconteceu em 11.11.1999. O martelo, entretanto, só foi batido mesmo em março de 2000, tendo a CELB sido adquirida pelo grupo Cataguazes-Leopoldina.

À época, o jornal O Combate assim descreveu o dia da sessão da venda da Celb: “Vereadores ficaram sitiados
A venda da CELB foi traumática para Campina Grande. Para aprová-la, os vereadores ficaram sitiados no prédio da Casa de Félix Araújo, na rua Maciel Pinheiro, sob vigia de policiais militares, que impediram o acesso do público ao recinto. E de nada valeram os apelos da bancada de oposição, em especial dos edis Veneziano Vital do Rego e Cozete Barbosa, indignados com o aparato que num raio de mil metros impediu o povo de se manifestar pugnado pela não aprovação da venda”.

Mas o pior de tudo na venda da Celb é que o prefeito Veneziano, em 2005, foi cobrado judicialmente por uma dívida da companhia junto à Eletrobras, no valor, pasmem vocês, de R$ 10 milhões, que até hoje ainda está sendo pago de forma parcelada.

Pós venda da Celb, o então prefeito Cássio divulgou que foram pavimentadas 500 ruas na cidade. O então vereador Veneziano percorreu a cidade e constatou que umas 200 foram beneficiadas apenas.
Até hoje não se sabe a destinação correta dos recursos conquistados com a venda da Celb. Bem que a oposição tentou instalar uma CPI para apurar desvios, mas o bloco ligado ao tucano sempre foi bem maior.

O que interessa mesmo é mostrar à opinião pública que temos duas situações bem distantes. A venda de um terreno para um objetivo específico e louvável – a instalação de um Hospital para a Criança e o Adolescente.

Do outro lado, a venda da Celb, nosso maior patrimônio, por R$ 100 milhões, mas com destinação suspeita e jamais apresentada através de relatório ou prestação de contas. Se alguém possui esses dados, divulgarei com prazer.

Eliomar mostra serviço
O novo presidente da Associação Campinense de Imprensa, Eliomar Gouveia, esteve reunido com a diretoria para tratar de importantes assuntos, dentre eles, reforma do estatuto, reestruturação da parte física da entiadde, etc.

Pelo que soube, a nova sede vai ser ampliada e vai ter espaços úteis aos associados.

Vanildo amigo
Desejo pronto restabelecimento ao amigo Vanildo Silva (foto), que foi vítima de acidente com moto nesta semana. Desejo ainda que os seus amigos de verdade o ajudem, pois soube que na vida profissional alguns lhe deram as costas.

Mais um precisa de ajuda
Quem também precisa de ajuda é o jornalista Jorge Lobato, ex-repórter policial, mas que vem carregando pesada cruz por conta da diabetes. Sugiro a ACI que faça campanha em prol desse talentoso e sofrido profissional.

Tuitando
Abraços aos que me seguem no twitter: @josuereporter – Confesso que no começo não acreditava nessa ferramenta.  Mas hoje vejo que é indispensável na nossa vida profissional. Todos se renderam ao twitter.
Certamente vai ser ferramenta indispensável no processo eleitoral do próximo ano e quem estiver fora dele vai amargar perdas irreparáveis.

Ruídos no twitter
Claro que tem alguns que não gostam das minhas defesas em relação ao Governo Veneziano, especialmente os mais ligados ao ex-governador Cássio, mas tenho apenas buscando mostrar (em 140 caracteres), que não custa nada ser humilde e reconhecer que essa gestão tem serviço prestado.
Alguns não aceitam, exemplo de @Fabríciatazaqui e @Mari_EP (estudante de Política da UFCG). As duas são radicais nos seus pontos de vista, sendo que a Mari é desrespeitosa, ao ponto de taxar Veneziano de mentiroso: Vejam o que ela posta no seu espaço:

Mari_EP MariEconomiaPolítica
“Minha nossa q perseguição,acabamos de ver o prefeito mentiroso e logo após entra uma repórter com sobrenome Maranhão. #paciência”, referindo-se a recente entrevista na TV Arapuan.



sexta-feira, 15 de julho de 2011

A dor de Cássio

Tenho acompanhado os últimos pronunciamentos do ex-governador e cidadão comum Cássio Cunha Lima. De uma hora pra outra mostrou a sua verdadeira face – um homem que desde jovem vive da política para se dar bem na vida (idem para seu grupo).


Nem mesmo depois de cassado encontrou-se na vida. Não soube sequer dar continuidade à atividade de advogado, diploma que conquistou (sic) na Universidade Estadual da Paraíba, no mesmo período quando também estudava Direito.

E agora, caminhando para um ostracismo provocado pela indecisão do STF quanto ao seu futuro político, passa a usar de expedientes nada aconselháveis para um cidadão que propaga nos quatro cantos um amor sincero a Campina.

No meio da semana soltou seu veneno contra o prefeito Veneziano. Disse que o jovem prefeito era uma decepção e que não conseguia enxergar as ‘novas ideias’ anunciadas em 2004.
                                                              
O Senhor Cássio sofre, na verdade, de uma doentia dor de cotovelo do prefeito Veneziano. O mais incrível é ver sua falsidade quando encontra o prefeito. Distribui sorrisos, apertos de mão e até abraços. Tudo encenação para pousar de bom moço na mídia.

O Senhor Cássio chegou a dizer que o Governo Veneziano intencionava vender o DTO (setor de Obras da Prefeitura). Mais um absurdo.

Mas é compreensível a dor do Senhor Cássio. Ele vive um ostracismo que jamais imaginava passar nos seus 40 e poucos anos de vida. Sua gestão como prefeito é questionável. Sua única obra de vulto se resume ao Ginásio O Meninão (incompleto, pois o projeto inicial se completava com quadras esportivas e outros equipamentos), nenhuma casa construída, mas apenas cerca de 200 ruas pavimentadas pós venda da Celb (por R$ 100 milhões) e nada mais.
                                                              
Nos demais anos sempre enganou o povo campinense com falsas promessas, algumas de conhecimento público, como o tal Centro Gregário, o Shopping Garagem, Escadarias do Jeremias, Centro Administrativo, Mercado Central e tantos outros.

Para o funcionalismo foi um tratamento de cão. A ex-prefeita Cozete Barbosa, enquanto presidenta do Sintab à época, fez inúmeros protestos para solicitar uma simples audiência e para saber quantos funcionários existiam na estrutura administrativa. Foi o período do salário curto e o abono para atingir um salário mínimo.

As gestões de Cássio foram marcadas pelo pagamento exagerado de diárias. Ele mesmo recebia o dobro do salário com diárias grandiosas e que foram divulgadas pelo Centrac. Cheguei, inclusive, a denunciar esse absurdo em rádio e fui alvo de processo na Justiça.  A ação não prosperou porque havia dito a verdade, baseado em dados oficiais.

A dor de Cássio é saber que 2014 vai chegar e que o nome de Veneziano é o mais forte para combater Ricardo Coutinho na briga pela sucessão estadual.

A dor de Cássio é passar por José Pinheiro e saber que não foi competente para erguer a monumental obra que é a Vila Olímpica Plínio Lemos.

A dor de Cássio é ver que a Feira da Prata não é uma peça de ficção. É real e atende centenas de comerciantes que antes viviam na Lama.

Cássio deve se doer ao passar pelo Sistema Integrado de Ônibus, que atende o usuário com uma única tarifa bairro a bairro.

O cidadão Cássio deve sofrer muito ao constatar que Veneziano já pavimentou
Mais de 450 ruas e que bairros como Jeremias, Pedregal, Novo Horizonte, Santa Rosa, Itararé, Novo Cruzeiro, etc, foram contemplados com equipamentos públicos em saúde.

Cássio deve ser doer ao constar que Veneziano fez investimentos como os dois Restaurantes Populares e seis cozinhas comunitárias, farmácias populares, os CAP’s, o Centro Público de Emprego e Renda, O novo Museu Vivo das Ciência, a iluminação do Açude Velho (ficou belo), a recuperação da antiga Maria Fumaça, o Centro do Artesão,

Só temo que episódios de maior gravidade não venham mais uma vez a manchar de sangue o nome de nossa cidade. E que Deus continue nos abençoando sempre!

Em tudo tem Cunha Lima...
O novo livro do jornalista Nelson Coelho vai retratar dois episódios que marcaram a vida política da Paraíba. O famoso rompimento das lideranças políticas José Maranhão e Ronaldo Cunha Lima no Campestre e os tiros desferidos por Ronaldo contra Burity.
São casos distintos, é verdade, mas que maculam o nome de nossa cidade. Mas bem que o ilustre escritor poderia enveredar por outro fato recente da nossa política. A cassação do ex-governador Cássio, imaginem vocês, filho de Ronaldo Cunha Lima, aquele mesmo que manchou a história da Paraíba ao tentar tirar a vida de Burity.

Carta pra Dilma
Um dia desses ainda vou pedir à Presidente Dilma uns R$ 500 mil para investir num negócio próprio. Quem sabe não tenha a sorte grande. Preciso de alguém que me indique o caminho...



sexta-feira, 17 de junho de 2011

Um corrupto caminhava com Jesus


É assustador como o nível de corrupção tem atingido todos os setores da sociedade brasileira ultimamente. Quase que diariamente temos visto pela imprensa notícias de desarticulação de quadrilhas especializadas em golpes diversos. Os crimes são diversos, passando por falsificações de documentos, fraudes em licitações públicas, etc.
E o pior é que são pessoas, muitas das vezes, que já possuem um razoável padrão de vida. É verdade que existem pessoas sem poder aquisitivo que tentam se dar bem com o trabalho desonesto.

Tenho a certeza que você deve conhecer algum vizinho ou amigo que, de uma hora, pra outra, aparece com carro de luxo, moto potente, mesmo possuindo um emprego com salário baixo. Eu conheço um monte destes, embora não tenha uma relação direta com eles.

Mas por que o nível de corrupção está tão elevado no Brasil?

Os especialistas dizem que existem no Brasil muitas palavras para caracterizar a corrupção: cervejinha, molhar a mão, lubrificar, lambileda, mata-bicho, jabaculê, jabá, capilê, conto-do-paco, conto-do-vigário, jeitinho, mamata, negociata, por fora, taxa de urgência, propina, rolo, esquema, peita, falcatrua, maracutaia, etc. A quantidade de palavras disponíveis parece ser maior no Brasil e em países onde a corrupção é visualizada cotidianamente. Originalmente, a palavra corrupção provém do latim Corruptione e significa corrompimento, decomposição, devassidão, depravação, suborno, perversão, peita.

No Brasil se associa a esse contexto histórico a assim chamada Lei de Gérson, ou seja, o comportamento de querer “tirar vantagem em tudo”, pressupondo que os sujeitos aguardam o máximo possível de benefícios, visando exclusivamente o benefício próprio.

Obviamente que o sistema capitalista favorece muito o corrupto. Muitos querem se dar bem também porque a impunidade nesse campo sempre foi grande. Aliás, só agora, graças a movimentos organizados como o Focco, é que a corrupção vem sendo combatida. Falta aumentar a punição para este tipo de crime.

Um dos grandes corruptos da história, na minha opinião, foi Judas, que, por umas moedas, entregou Jesus Cristo ao soldados para ser ‘julgado ‘ e depois crucificado.
Para reflexão, transcrevo abaixo um artigo do pastor Airton Evangelista da Costa, que enfoca como o tesoureiro de Jesus era envolvido em corrupção. Qualquer semelhança com casos atuais não é mera coincidência. Confira:

Tesoureiro de Jesus Envolvido em Corrupção
A corrupção envolvendo tesoureiros de campanha vem de épocas remotas. O convívio diário com as moedas parece criar vínculos e desejos pervertidos.

Há dois mil anos, um tesoureiro, que tem seu nome registrado na história dos grandes traidores, cedeu à tentação de multiplicar seus bens por meios desonestos. Ele administrava com total liberdade as doações recebidas dos simpatizantes do movimento. Regra geral, os chefes de tesouraria são pessoas de inteira confiança. Judas Iscariotes não fugia à regra. Era o “responsável pela bolsa de dinheiro”; fazia todos os pagamentos; controlava receitas e despesas.

Embora Jesus soubesse desde o início que seu tesoureiro era um adversário (Jo 6.70), optou por continuar com ele até o fim. O mais importante para o Mestre era cumprir sua missão até o Calvário. O relacionamento com Judas continuou o mesmo, não porque Jesus tivesse algum receio de que, uma vez expulso, seu tesoureiro desonesto se transformasse em delator ferido. Jesus sabia que o mal por si se destrói e que o traidor sofreria amargo castigo.

Os maquiavélicos preferem as sombras da noite; aparecem pouco na mídia e trabalham na surdina. Iscariotes se sentia confortável em sua função de depositário infiel, pois “quem ama o dinheiro nunca se fartará de dinheiro” (Ec 5.10). Nunca foi de manifestar de forma explícita sua fé, sua adesão incondicional à causa do Mestre. Não posso afirmar que tenha sido um sorumbático iracundo. Mas posso afirmar que era avarento (Mt 26.14-15), hipócrita (Jo 12.5-6) e ladrão (Jo 12.6).

Na única vez em que falou sobre algo significativo, o tesoureiro do colégio apostólico demonstrou ser um mercenário. Quando Maria ungiu os pés de Jesus com “uma libra de nardo puro, um perfume muito caro”, mais ou menos a terça parte de um litro, o tesoureiro protestou: “Por que não se vendeu este perfume por trezentos denários, e não se deu aos pobres?” (Jo 12.3-5). Seus motivos não foram filantrópicos, “mas porque era ladrão e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava” (Jo 12.6).

Judas procurava um meio de aumentar mais e mais sua riqueza. Um abismo chama outro abismo e os olhos dos maus nunca se fartam (Sl 42.7; Pv 27.20). Que tal trinta moedas de prata de uma só vez para aumentar o patrimônio? Melhor do que o pinga-pinga de um “mensalão”! O dinheiro seria suficiente para comprar um campo em área nobre de Jerusalém. Investir em imóveis ainda é uma razoável saída para lavagem de dinheiro.

A maracutaia teve origem quando o tesoureiro “foi ter com os príncipes dos sacerdotes”. Convém que se estabeleçam relações amistosas com os régios palacianos. Judas, como um bom mercenário, conhecia o caminho das pedras. Desde que o ilícito produza bons resultado$, a elite palaciana aceita qualquer negócio. O tesoureiro foi à pessoa certa, na hora certa. Isto é, falou em dinheiro com quem tem dinheiro. Acertaram o preço da corrupção: trinta moedas de prata. Judas deve ter pensado; “Esse dinheiro caiu do céu”.

Recebido o dinheiro da traição e do suborno, cabia-lhe cumprir o pacto. Muitas vezes a traição vem da parte daqueles que nos rodeiam e nos abraçam; que se desmancham em sorrisos e palavras de sincera lealdade. É possível que os governantes concordem comigo. Mas com Jesus foi muito diferente, porque o Mestre sabia de tudo. Não estava ao redor dele uma blindagem para que não tivesse conhecimento do que estava por acontecer.

Jesus recebeu o beijo da traição e entregou-se pacificamente aos seus algozes. O tesoureiro seguiu o caminho que já estava determinado: “Em verdade o Filho do homem vai, como acerca dele está escrito, mas ai daquele homem por quem o Filho do homem é traído” (Mt 26.24).


Fonte para pesquisa:

http://zabeleverdade.blogspot.com/search?q=corrup%C3%A7%C3%A3o

terça-feira, 31 de maio de 2011

Um Gilson Bacana


Gosto de ser sincero nas minhas convicções. Eu até fiquei com ‘a pulga atrás da orelha’ quando Veneziano convidou Gilson Lira para ser Secretário de Governo. Não por questionar a sua capacidade profissional, mas pelo fato de ter suas origens em uma emissora que historicamente sempre teve ligações com o grupo Cunha Lima. Aliás, o amor nutrido pela Campina FM por Cássio é algo sem precedentes na história da radiofonia brasileira. Daria uma boa tese universitária.

Mas deixemos esse caso de amor de lado.

Pois bem, Gilson Lira, nas minhas avaliações, é um dos mais competentes secretários do Governo Veneziano. O baixinho é mesmo abusado.

Inicialmente cumpriu sua missão como Coordenador de Turismo, depois foi secretário particular e agora é Secretário de Desenvolvimento Econômico, Pasta estratégica da Prefeitura Municipal, por cuidar não apenas da realização de eventos turísticos, mas por tratar de questões pertinentes ao desenvolvimento da cidade como um todo.

“Gilson Bacana”, como é carinhosamente chamado, tem se revelado um grande defensor do que tem feito o Governo Veneziano na cidade. Quando do lançamento do São João 2011, Gilson esbanjou conhecimento das ações de Governo e ainda se revelou, com sabedoria, que também sabe tratar dos melindres da política paraibana.

Não é fácil coordenar a já mencionada Pasta. Afinal de contas, estamos m Campina Grande, cidade que tem em suas entidades de classe pessoas que se identificam com grupos políticos e são radicalmente contrários a gestão do “Cabeludo”.

Existem algumas exceções, obviamente, caso do próprio presidente da CDL, Tito Mota, filho de Hilton Motta, da Campina FM e que, nem por isso, mistura questões pessoais com política partidária.

Gilson é o tipo da pessoa com o perfil do prefeito Veneziano. Gente boa, humilde, profissional e avesso aos que acham que o poder é a última maravilha do mundo. E que continue assim!

São João em Goiás?
Para tentar justificar a injustificável decisão de não apoiar o evento, o Governo do Estado fez uma festa danada para informar à imprensa que um jornal de Goiás trouxe matéria sobre o São João de Campina. O problema é que das bandas do Goiás, pelo que soube, poucos são os turistas que prestigiam a cidade no período junino. Lá, a moda sertaneja fala mais alto

Sem perseguição
Apesar da insensibilidade do senhor Governador Ricardo Coutinho que não patrocina o evento, o prefeito Veneziano não fez nenhuma objeção para que a Rádio Tabajara possa fazer parte da Vila da Imprensa no Parque do Povo. A emissora, pelo que me informaram, será comandada pelo amigo competente jornalista Edson Sousa. No mesmo local ainda haverá espaço para o Corpo de Bombeiros e uma barraca da PBTur, que funcionará no Recanto da Poesia. Se fosse em outros tempos...

Tempo novo na ACI
O futuro presidente da Associação Campinense de Imprensa, Eliomar Gouveia, me garantiu que vai rever inconveniente artigo do Estatuto da entidade que proíbe que associados que tenham recebido homenagem de sócio benemérito possam se candidatar à presidência da ACI.

Cadê a exumação?
Sinto falta da exumação jornalística que bem poderia ser feita por amigo jornalista da terrinha em relação ao Governo Ricardo. Afinal de contas, o Governo que ele defende vai de mal a pior. Quanto ao Governo Veneziano, por conta de um gerador que queimou no Isea e em poucos dias foi consertado, esse mesmo profissional tentou incitar o Ministério Público a intervir na administração de forma equivocada e criminosa. Agora está bem caladinho. Cadê a isenção jornalística neste instante?

Vai começar o São João.  Em Campina, a fogueira das vaidades políticas vai estar bem acesa


sexta-feira, 13 de maio de 2011

Sem Trauma


O ex-governador José Maranhão teve toda razão em inaugurar o Hospital de Trauma de Campina Grande em dezembro passado. Na última visita à unidade feita pelo Curador da Saúde, Herbert Targino, deputados estaduais Guilherme Almeida e Vituriano Abreu, além da direção do antigo Hospital Regional de Urgência e Emergência, foi provado que a obra estava definitivamente pronta.

Percorri todo o hospital e não vi nada a ser feito, a não ser uma insignificante rampa na parte de trás do prédio. Nada mais e alguns serviços de jardinagem.

O próprio Guilherme Almeida (eu ouvi), perguntou ao diretor do Hospital, médico Geraldo Antônio, sobre uma parede que havia caído, fato noticiado como verdade por alguns interlocutores do grupo do Governador Ricardo Coutinho.

Geraldo desmentiu a informação. E disse mais, que apenas faltava a implantação dos tais cilindros de oxigênio. E sabem por que os tais cilindros ainda não estão implantados? O tempo correu rápido demais? Incompetência?

O próprio Dr. Geraldo disse numa reunião aberta no antigo Hospital (eu estava lá amigos), que a empresa White Martins levaria uns 40 dias para instalar o serviço. Admitiu até que o trabalho poderia ser adiantado em 30 dias, a depender do contrato que fosse feito com a empresa.

Façamos as contas então. O novo governo se instalou em janeiro de 2011. Estamos com quase cinco meses de Governo. Será que nesse tempo não daria para instalar os tais cilindros?

Na mesma reunião o inusitado foi dito pela direção da unidade. Vejam vocês. O Estado alugou duas salas em hospitais da cidade para colocar mais de 20 pacientes que estão em UTIs. Eles serão levados em ambulância e aguardarão a remoção dos cilindros do antigo Regional para o novo Trauma.

Dito isso, olhei espantado para um assessor do deputado Guilherme e até me permiti um beliscão no braço para saber se aquilo era verdade. Fiquei a imaginar. Se isso fosse no tempo de José Maranhão, ah coitado, seria trucidado pela mídia com tripa e tudo.

Agora é torcer para que os enfermos da UTI consigam sobreviver e vislumbrem, no novo Trauma, o tão propalado salto que a Paraíba ainda não viu na prática.


Presidente de peso
O jornalista Eliomar Gouveia é o novo Presidente da Associação Campinense de Imprensa. O vice é Antônio Nunes, ex-presidente. Eliomar tem várias missões pela frente. Uma delas é reformar o Estatuto, que possui em sua estrutura impedimento para que jornalistas que tenham recebido comendas de sócio-benemérito, não possam se candidatar nas eleições da entidade e mesmo que a pessoa interessada já tenha sido presidente em períodos passados. Um absurdo!

Pelo que conheço de Eliomar, acredito que isso será revisto. Falta também a entidade assumir seu site, bem como estruturar uma sede social, com direito a campo de futebol ou uma piscina.

A entidade precisa chamar pra si a responsabilidade de comandar uma campanha para combater o uso criminoso de falsos jornalistas nas emissoras de rádio, embora isso seja mais da atribuição do Sindicato dos Radialistas.

O problema é que a categoria jornalística vem pagando um preço muito alto ao se permitir que qualquer pessoa que compre um espaço em rádio possa ser chamado de radialista. Virou esculhambação. Tem todo tipo de gente fazendo programa de rádio que é uma vergonha. Basta ter dinheiro que se tem um espaço em qualquer rádio – exceção da Campina FM e da Correio.

Em nome dos que fazem o bom jornalismo, é preciso dar um basta nisso. E digo isso em respeito aos grandes profissionais que ainda existem: Paulo Roberto Florêncio, Marcos Marinho, Juarez Amaral, Carlos Magno,  Lenildo Ferreira, Josusmar Barbosa, Joãozito Silva, Joacil Oliveira, Romildo Nascimento, Gustavo Ribeiro, Josival Pereira, Gutemberg Cardoso, Arimatéia Sousa, Dagoberto Pontes, Evilásio Junqueira, Abílio José, Helder Moura, José Cláudio, Carlos Alberto, Ubiratan Cirne, Heron Cid, Oscar Neto, Morib Macedo, entre tantos outros.
    
É esse o meu mais sincero apelo!

Bin Laden
Um dos produtores do humorista Shaolin saiu com essa n o seu twitter - Juan_Cibalde Juan Cibalde.

“Acharam Osama e o Jacaré do Açude Velho. Quero ver achar Ulisses Guimarães”. Essa foi boa!

Já no twitter UEPBdadepressao, a morte de Bin Laden foi usada para expressar a greve refente dos professores da univseridade: “Acharam Bin Laden e o Jacaré do Açude Velho. Agora resta achar o sentido da greve da UEPB, não é?”.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Eles são mesmo pequenos

Apesar do poder que ostentam (comandam um Exército imenso de cargos e salários de fazer inveja a qualquer Deus Grego da História), o Governador Ricardo Cotinho, o vice-governador Rômulo Gouveia, o deputado federal Damião Feliciano deram provas nestes últimos dias de abril que são homens de gestos pequenos e de atitudes que abalam as pessoas de inteligência que ainda restam nesta cidade.
Primeiro tenho que falar do Governador, pessoa que tinha o maior respeito e admiração por seu passado de lutas pelos estudantes e pelo socialismo.

Um dia desses (num ano que não me recordo) estava na Praia do Bessa, na Capital, esperando o amigo jornalista Gil Campos, sentando numa daquelas barracas à beira-mar. E de repente lá vinha o ainda desconhecido Ricardo, a quem conhecia dos movimentos de rua já em Campina Grande, na minha condição humilde de repórter da época do Jornal da Paraíba.

Conversamos pouco, algo mais que 10 minutos apenas. O suficiente para externar o meu apreço pelo mago. Anos depois o encontro ao lado do prefeito Veneziano. Isso foi em 2004, quando o "Cabeludo" destronou o grupo do ex-governador Cássio em Campina, naquela eleição histórica e que nunca vai fazer parte dos livros de Josué Silvestre.

Até fotografei Veneziano, José Maranhão, Cozete, abraçados a Ricardo no dia da apuração dos votos para prefeito naquele feliz 2004. Confira a foto neste espaço.

E hoje encontro um Ricardo muito diferente. Abandonou os ideais do socialismo e usa a mídia para dizer inverdades sobre o Governo Veneziano que ele não conhece. Criticar níveis de educação e de saúde da gestão Veneziano é, no mínimo, um desrespeito e deselegância.

Soube que o encontro entre Veneziano e Ricardo foi um a lástima. O prefeito de Campina disse que Ricardo não tinha autoridade para falar do seu Governo. E não tem mesmo. Nesse caso não é o sujo falando do mal lavado mesmo!

Ricardo precisa mesmo se olhar no espelho. Foi o seu Governo Municipal que esteve o tempo inteiro na mídia com muitas denúncias na área de saúde. As denúncias contra Veneziano foram plantadas por políticos e caíram no ridículo.

Já em relação ao deputado federal Damião Feliciano só lamentar que ele trouxe o Ministro do Trabalho Carlos Lupi (do seu partido – o PDT) a Campina, neste dia 25, e não teve a cordialidade de convidar o prefeito para a solenidade de inauguração da nova sede da Gerência do Trabalho do Emprego e Renda. Uma vergonha!

O vice-governador Rômulo Gouveia usa a mídia para se vingar das duas derrotas que sofreu do prefeito Veneziano. Contabilizar o trabalho da PM e da Saúde como patrocínio ao São João é algo mesmo surpreendente. Até mesmo uma suposta publicação nos voos da TAM é contada como ações importantes do Governo do Estado em apoio aos festejos juninos.

Sinceramente, acho que o grupo do ex-governador Cássio entrou numa tremenda saia justa. Negar apoio ao Maior São João do Mundo é um erro que lhes vão custar um alto preço.

Concordo com o ex-prefeito Félix Araújo Filho, que disse o seguinte em seu twitter @Felix_Araujo: "quantas pétalas ainda há no meu girassol, eu não sei. Vou contar o que resta. Mas, no girassol de Campina tem menos uma".

Especificamente sobre o Secretário de Cultura, Chico César, que nega apoio aos festejos juninos, Félix foi implacável: "É uma forma deselegante, mesmo, de enXOTAR ditadura cultural...!!!

Depois dessa de Félix não há muito o que comentar. Só lamentar e ir à luta. Afinal de contas, Campina não é terra de escravos e nem reinado da opressão (relembrando Félix).

Uma Pirâmide no Forró

Interessante comentário de um internauta sobre a discussão do denominado ‘forró de plástico’ pelo secretário Chico César. Vejam o que ele disse:

Qual é a ligação da Pirâmide do Parque do Povo com o nosso São João? no Egito, as múmias dançavam forró? Isso não é descaracterizar as festas juninas?

OBS: vale salientar que a Pirâmide foi construída para incrementar o São João.

Coitado de Zé

Diante de tantas notícias que vejo na imprensa – médicos parados, policiais em revolta, forrozeiros desesperados, pro tempores aflitos, escolas em situação de risco, fico com dó do ex-governador José Maranhão.

Até um dia desses, quando essas coisas eram ditas como verdade por colegas em suas colunas, a Paraíba parece que vivia o caos.

Agora, num quadro real, esses mesmos colegas nada falam, silenciam covardemente.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Escadas


Nesta semana resolvi subi as escadas da antiga Câmara Municipal de Campina Grande – hoje Biblioteca Municipal. Fui mesmo pra matar a saudade. Saudade dos anos 90, um período que marcou época, não apenas pela qualidade dos vereadores, mas, sobretudo, pelos grandes temas que foram ali levantados.

Claro que a Câmara está hoje melhor instalada, em área nobre, com amplo estacionamento, ar condicionado central, gabinetes amplos, Divisão de Imprensa, um cafezinho para matar o tempo.

O grande diferencial mesmo é a qualidade dos parlamentares. Os de hoje deixam muito a desejar. Existem sim parlamentares dignos de registro e faço questão de enumerá-los: Fernando Carvalho, Olímpio Oliveira, Pimentel Filho, Metuselá Agra, Antônio Pereira, entre outros.

Entre os 16 atuais, alguns cinco ou seis usam a tribuna regularmente. Dentre estes, excluo das críticas o presidente Nelson Gomes Filho, que, pelo cargo, exerce um papel muito mais de conciliador e isso o vereador tem feito muito bem. E apesar de integrar a bancada de oposição já esteve ao lado do prefeito Veneziano em inúmeras solenidades e tem buscado votar em projetos do Executivo que representem ganhos para coletividade.

Tem parlamentar que tem se destacado por suas críticas infundadas, muito mais para preencher o ego dos que querem transformar Campina numa Líbia ou coisa parecida.

Coragem?
Amigo jornalista disse em sua prestigiada coluna política que a decisão do governador Ricardo Coutinho em afastar secretários foi um ato de coragem e de ousadia. No meu tempo isso se chamava turbulência e sinais de uma gestão que não começa bem.

Juarez e Paulo devolvidos
Os radialistas Juarez Amaral e Paulo Roberto Florêncio foram ‘destaque’ no Diário Oficial do Estado do dia 02 de abril. Por decisão do Governador Ricardo Coutinho, eles foram devolvidos ao órgão de origem. Por que será hein? Confira o ato abaixo:

RESENHA Nº 082 /2011 EXPEDIENTE DO DIA: 31 / 03 /2011

O SECRETÁRIO DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 4º do Decreto nº14.167 de 12 de novembro de 1991, D E S P A C H O U os Processos abaixo relacionados RETORNANDO AO ORGÃO DE LOTAÇÃO os seguintes servidores.

PROCESSO MATRÍCULA NOME ÓRGÃO DE RETORNO
JUAREZ AMARAL DE MEDEIROS - 125.431-6

PAULO ROBERTO FLORENCIO - 125.433-2

Socorro Ramalho guerreira
A petista Socorro Ramalho, que tem um longo e importante histórico de lutas no partido e na vida administrativa campinense não se enclausurou , como acham alguns.

A intrépida Socorro, pelo que soube, vai disputar a presidência do Sintep (Sindicato dos Trabalhadores em Educação) em maio próximo, para o desespero dos que acham que Sindicato é para ganhar dinheiro e fazer politicagem.

E pensam que vai parar por aí? Em 2012, Socorro vai lutar para conquistar espaços mais audaciosos no Sintab do falante e desvirtuado Napoleão. Bem que o Sintab merece uma injeção de respeito ao funcionalismo.

No mesmo avião não
Quase que o voo do ex-governador Cássio deu problemas naquele dia do retorno a Campina Grande, após decisão do STF que derrubou a Ficha Limpa para 2010.

Não dá para explicar em detalhes, mas figuras políticas conhecidas da Paraíba estavam agendadas para o mesmo voo e decidiram de última hora cancelar a viagem.

Qual o medo de Ricardo?
Por qual motivo o governador Ricardo Coutinho (PSB), não quer receber em audiência o prefeito Veneziano Vital?

Será que ele teme que os holofotes da mídia o ofusquem diante da ascensão estadual que Veneziano conquistou? Será isso mesmo?

Em nome de Campina
Em nome desta cidade que tem um coração pulsando em cada esquina, conclamo para que o governador tenha bom senso e deixe as picuinhas políticas de lado. Espero que ele não faça como Cássio que negou várias parcerias com a Prefeitura e agora aparece na mídia pregando a união dos políticos pelo bem da Paraíba.

Comércio da carne
Não sei por que tanta polêmica em torno da decisão da ex-freira de Cajazeiras que queria abrir uma Locadora de Mulher. Falam tanto em prostituição, mas na nossa TV, na Playboy, nos sites, nas novelas, a prostituição é escancarada e ninguém faz nada; E o que é pior,a prostituição e a insinuação sexual estão todos os dias em nossas casas através da TV.

Novidades do São João 2011
Gilson Lira, Secretário de Desenvolvimento Econômico, anunciando novidades para o Maior São João deste ano. A Vila da Imprensa vai voltar ao lugar anterior, próximo da Rua Sebastião Donato; os repentistas vão ocupar espaço prestigiado na parte superior; o artista Genival Lacerda terá homenagem e o poeta cordelista Manoel Monteiro vai expor seus trabalhos no Parque do Povo.

Teremos ainda um piso especial para dançar forró no Arraial Hilton Motta,
parceria com a Igreja Católica para a instalação da Casa dos Santos Juninos, entre outros atrativos.

Só lembrando
Apesar da decisão do STF, é bom lembrar aos colegas jornalistas da terrinha e alhures que Cássio Cunha Lima não é Senador ainda. Existem três Senadores que estão em plena atuação: Cícero Lucena (PSDB); Vital Filho (PMDB) e Wilson Santiago (PMDB).

Cássio sequer tem registro de candidatura deferido e nem mesmo os seus mais de 1 milhão de votos existem. Só será Senador caso o Ministro Joaquim Barbosa venha a deferir seu registro. Por enquanto, é mortal como todos nós! E que Deus continue nos abençoando sempre!

Eneida é Campina
Eneida Agra Maracajá: esse nome tem respeito em nossa cidade e na vida cultural do País. O prefeito Veneziano acertou em definir o nome dela para a Secretaria de Cultura. E tendo Alexandre Tan como adjunto, a nossa cultura sai ganhando.