sexta-feira, 3 de maio de 2013

Era só com Vené?


Um grave problema que foi extirpado em parte na gestão do então prefeito Félix Araújo Filho com a retirada dos camelôs da rua Maciel Pinheiro e bem administrado no Governo Veneziano Vital com a construção de inúmeros centros comerciais, começa a ganhar corpo em Campina Grande com a ocupação das calçadas centrais por parte de vendedores ambulantes.

Na rua Maciel Pinheiro, por exemplo, em frente à loja A&C, várias barracas já são vistas e outros comercializam seus produtos no chão. O mesmo acontece na Rua Marquês do Herval e em outras áreas.

O que é mais lamentável é que não vemos a CDL e a Associação Comercial apresentarem alguma nota à imprensa lamentando o fato.

Na gestão Veneziano, quando essas ruas estavam livres para os pedestres, a CDL sempre ocupava a mídia cobrando da Prefeitura alguma iniciativa para conter pessoas que vendiam produtos diversos nas malas de carros e estacionados na zona azul.

Ao que parece, a linha de crítica à administração pública por parte da CDL e da Associação Comercial (nesse aspecto), só valia mesmo para a gestão Veneziano e ponto final.

Marinho desabafa
Acompanhei atentamente a entrevista do amigo jornalista Marcos Marinho  para Paulo Roberto (Programa Ponto a Ponto da TV Itararé), no último dia 02, falando sobre a morte prematura do programa que apresentava na Rádio Cariri, de propriedade da família do Ministro Aguinaldo Ribeiro, da deputada Daniella Ribeiro e do ex-prefeito Enivaldo Ribeiro.

Segundo Marcos, o anúncio do fim do programa Em Nome do Povo, foi de supetão, feito pelo próprio Enivaldo.

Marcos disse que não era de guardar mágoas, mas que no seu guarda-roupa ficarão algumas lições.

Rádio em Campina
Provocado por Paulo Roberto, o experiente Marinho disse que é uma lástima o rádio que se faz em Campina Grande, denunciando a venda indiscriminada de espaços para pessoas sem nenhum preparo jornalístico: “conta-se nos dedos os bons profissionais que estão no batente”, lamentou Marinho.

A minha opinião

Compartilho plenamente com Marcos Marinho – sepultaram o bom jornalismo em Campina Grande.

Os mais experientes preferem as assessorias de imprensa, até porque apresenta melhores resultados – notadamente salariais.

As rádios Mas – salvo algumas exceções, têm seus horários ocupados por cidadãos que assassinam diariamente a Língua Portuguesa. Outros desrespeitam os ouvintes com palavras grosseiras e até palavrões.

Alguns radialistas (sic), são tão escrotos que até fazem questão de dizer na ar suas predileções políticas.

Tenho escutado pouco rádio nos tempos atuais: sou ouvinte diário apenas de Evilásio Junqueira (na rádio Clube AM), de Kennedy Sales e Edil Francis (na rádio Cariri); ouvinte esporádico de Edgar Fernandes (na Cariri); Romildo Nascimento (programa nas Asas do Tempo, na rádio Cariri); Roberto Carlos e Convidados (com Marcos Vidéo), na Panorâmica FM); Carlos Alberto (na Clube); gosto do trabalho de  Heron Cid e Wellington Farias (na Correio FM) e só.



2 comentários:

Ubiratan Cirne disse...

Josué Cardoso não escuta mais Caturité nos Municípios. Fico triste com isso ( Ubiratan Cirne)

Valdeque Nóbrega disse...

faltou Ubiratan Cirne - escuto sim - minhas desculpas - Josué Cardoso